Categoria: Mídia & Digital

  • Novo decreto do SAC afeta plataformas digitais

    Novo decreto do SAC afeta plataformas digitais

    Notícia recente veiculada pelo portal Consultor Jurídico destaca uma mudança importante para as empresas de tecnologia e comércio eletrônico no Brasil: um novo decreto do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) encerra a chamada autorregulação das plataformas digitais.

    O que é a autorregulação?

    No ambiente corporativo e digital, a autorregulação ocorre quando um setor ou um grupo de empresas estabelece suas próprias regras e padrões de conduta, sem a imposição direta de uma norma estatal rígida. No contexto do atendimento ao consumidor, isso significava que as plataformas digitais possuíam maior flexibilidade para estruturar seus canais de suporte, prazos de resposta e métodos de resolução de conflitos, baseando-se em políticas internas e nas dinâmicas do próprio mercado.

    A mudança com o novo decreto do SAC

    A introdução do novo decreto do SAC altera essa dinâmica. Ao determinar o fim da autorregulação, a norma indica que o Estado passa a estabelecer diretrizes mais uniformes e obrigatórias para o atendimento ao cliente no ambiente virtual. As plataformas digitais, que antes gozavam de autonomia para definir as regras de seus serviços de atendimento, agora devem se submeter aos parâmetros estipulados pelo novo decreto.

    Essa transição reflete um movimento de maior padronização das relações de consumo no meio digital, buscando alinhar o suporte oferecido pelas plataformas de tecnologia às exigências tradicionais de proteção ao consumidor.

    Impacto prático para as empresas

    Para fundadores, executivos e investidores que operam plataformas digitais no Brasil, o fim da autorregulação exige uma revisão atenta das operações de atendimento ao cliente. As empresas precisarão adaptar suas estruturas internas para garantir que não operem mais sob regras exclusivamente próprias, mas sim em conformidade com as novas diretrizes do SAC.

    A reestruturação dos canais de atendimento e a atualização das políticas de suporte tornam-se passos fundamentais para a adequação ao novo cenário normativo.

    Este conteúdo tem caráter meramente informativo e não constitui aconselhamento jurídico. Para orientação sobre casos concretos, consulte um advogado.

  • Adverse Possession of Web Domains: The Debate at Brazil’s STJ

    Adverse Possession of Web Domains: The Debate at Brazil’s STJ

    The Superior Court of Justice (STJ, Brazil’s highest appellate court for non-constitutional federal matters) has initiated a discussion marking the intersection of traditional legal concepts and the new digital economy: the potential application of adverse possession (usucaption) to web domains.

    The Intersection of Traditional and Digital Law

    Adverse possession is a classic legal concept traditionally associated with acquiring title to physical assets, such as real estate or vehicles, through continuous and uncontested use over time. In contrast, an internet domain is a virtual address that identifies a business, brand, or service online, representing a digital asset of significant strategic and commercial value.

    The debate brought before the STJ questions whether the rules governing ownership acquisition through prolonged use can be extended to these virtual addresses. Because original property legislation was conceived for the physical world, courts now face the challenge of interpreting how these rules function when applied to intangible digital assets.

    Impact on Businesses

    For founders, executives, and investors, the discussion at the STJ serves as a reminder regarding the legal nature of digital assets. Internet domains often concentrate a corporation’s digital identity and serve as key gateways for clients and business operations. The possibility that rights over these domains could be altered or consolidated through prolonged third-party use reinforces the need for strict digital portfolio management.

    While the court is still examining and debating the topic, the fact that a superior court is reviewing adverse possession of domains demonstrates that protecting digital assets requires constant attention. Market participants await the outcome at the STJ, which could establish an important precedent regarding property rights in the virtual environment.

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  • 互联网域名的时效取得:STJ的讨论

    互联网域名的时效取得:STJ的讨论

    STJ(巴西高等司法法院)展开了一场标志着传统法律制度与新型数字经济交汇的讨论:将时效取得制度适用于互联网域名的可行性。

    传统法律与数字领域的交汇

    时效取得是一个经典的法律概念,传统上指因长期、持续且和平地占有不动产或动产等有形财产而依法获得其所有权。另一方面,互联网域名是在网络上识别企业、品牌或服务的虚拟地址,是具有高度战略与商业价值的数字资产。

    提交给STJ审议的争议核心在于:因长期使用而获得所有权的规则是否能够延伸至此类虚拟地址。由于原本关于所有权的法律均是针对实体世界制定的,法院目前正面临着如何解释这些规范以适用于无形及数字资产的挑战。

    对企业的影响

    对于创始人、管理层和投资者而言,STJ的这场讨论为数字资产的法律性质提供了警示。互联网域名往往集中体现了企业的数字身份,是客户接触与业务往来的核心入口。第三方因持续使用而可能改变或确立对这些域名权利的潜在风险,凸显了企业对数字资产组合进行严格管理的必要性。

    尽管该法院目前仍处于审理和分析阶段,但高级法院探讨域名时效取得本身即表明,网络资产的保护需要持续的关注与规范。市场正在密切关注STJ的定论,该裁决或将为虚拟环境下的财产权规则确立重要先例。

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  • Usucapião de Domínio na Web: O Debate no STJ

    Usucapião de Domínio na Web: O Debate no STJ

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou uma discussão que marca o encontro entre institutos tradicionais do direito e a nova economia digital: a possibilidade de aplicação da usucapião ao uso de domínios na web.

    O Encontro do Direito Tradicional com o Digital

    A usucapião é um conceito jurídico clássico, tradicionalmente associado à aquisição de propriedade de bens físicos, como imóveis ou veículos, pelo seu uso contínuo e pacífico ao longo do tempo. Por outro lado, um domínio de internet é o endereço virtual que identifica uma empresa, marca ou serviço na rede, representando um ativo digital de alto valor estratégico e comercial.

    O debate levado ao STJ questiona se as regras de aquisição de propriedade pelo uso prolongado podem ser estendidas a esses endereços virtuais. Como a legislação original sobre propriedade foi desenhada para o mundo físico, os tribunais agora enfrentam o desafio de interpretar como essas normas se comportam diante de bens incorpóreos e digitais.

    Impacto para as Empresas

    Para fundadores, executivos e investidores, a discussão no STJ serve como um alerta sobre a natureza jurídica dos ativos digitais. Os domínios de internet muitas vezes concentram a identidade digital de uma corporação e são portas de entrada para clientes e negócios. A possibilidade de que direitos sobre esses domínios sejam alterados ou consolidados pelo uso contínuo de terceiros reforça a necessidade de gestão rigorosa do portfólio digital da empresa.

    Ainda que o tribunal esteja na fase de análise e discussão do tema, o simples fato de a corte superior debater a usucapião de domínios demonstra que a proteção de ativos na internet exige atenção constante. O mercado aguarda a definição do STJ, que poderá estabelecer um precedente importante sobre como o direito de propriedade funciona no ambiente virtual.

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  • STJ Declines Jurisdiction in International Image Rights Lawsuit

    STJ Declines Jurisdiction in International Image Rights Lawsuit

    The Third Panel of the Superior Court of Justice (STJ, Brazil’s highest appellate court for non-constitutional matters) recently ruled that the Brazilian Judiciary lacks jurisdiction to hear a damages lawsuit involving the alleged unauthorized use of a former Argentine soccer player’s image in the video game Fifa Soccer.

    The case, examined in Special Appeal (REsp) 2,246,810, involves an athlete residing in Buenos Aires who never played for Brazilian clubs, suing the game’s developer companies based in the Netherlands and the United Kingdom. The ruling highlights the limits of Brazilian court authority in international disputes.

    Jurisdictional Limits and Article 21 of the CPC

    The plaintiff argued that the commercial distribution of the game’s editions (released between 2014 and 2022) in Brazil and the existence of corporate representatives in the country were sufficient to attract the jurisdiction of Brazilian courts. The case had been dismissed at the trial level, a judgment affirmed by the São Paulo State Court of Appeals (TJSP).

    When reviewing the appeal, the reporting justice, Justice Nancy Andrighi, explained that Article 21 of the Brazilian Code of Civil Procedure (CPC) provides for concurrent jurisdiction. The statute permits lawsuits in Brazil when the defendant is domiciled in the country, when the obligation must be performed domestically, or when the lawsuit is based on an act or fact that occurred in Brazil.

    However, the justice emphasized that applying these rules requires observing the principles of proximity and state interest. For the STJ, the mere retail sale of video games in Brazil by third-party distributors does not constitute a connection strong enough to justify hearing the lawsuit in the country.

    The Forum Non Conveniens Doctrine

    A central point of the ruling was the application of the forum non conveniens doctrine. Under this principle, the Judiciary may decline jurisdiction over a lawsuit when an alternate, concurrent international forum is more appropriate to serve the parties’ interests and ensure the ruling’s effectiveness.

    The justice concluded that the former athlete’s choice of the Brazilian forum was improper, as the Brazilian state has no connection to the parties involved or the dispute, and holds no interest in hearing the case. Therefore, lower courts acted correctly in recognizing this impropriety sua sponte.

    Distinction Regarding Repetitive Theme 1,289

    The former player also sought to base his claim on STJ Repetitive Theme 1,289, which addresses moral damages claims stemming from the unauthorized use of athletes’ images in video games. However, the court clarified that Theme 1,289 addresses only domestic venue—specifically, venue conflicts between a plaintiff’s residence in Brazil and the defendant company’s corporate seat.

    In the case at hand, the issue was not which Brazilian court had venue, but rather the limits of Brazil’s jurisdictional authority over foreign citizens and companies with no direct ties to the country.

    Practical Implications for Foreign Companies

    The STJ ruling reinforces legal certainty for global technology, media, and entertainment companies whose products reach Brazil through third-party distribution channels. The decision confirms that the mere presence of goods in the Brazilian consumer market does not automatically subject foreign developers to national jurisdiction in disputes lacking a genuine link to the country.

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  • STJ nega jurisdição em ação internacional sobre uso de imagem

    STJ nega jurisdição em ação internacional sobre uso de imagem

    A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu recentemente que o Judiciário brasileiro não possui competência para julgar uma ação de indenização envolvendo o suposto uso não autorizado de imagem de um ex-jogador de futebol argentino no jogo eletrônico Fifa Soccer.

    O caso, analisado no Recurso Especial (REsp) 2.246.810, envolve um atleta residente em Buenos Aires que nunca atuou por clubes brasileiros, movendo ação contra empresas desenvolvedoras do jogo sediadas na Holanda e no Reino Unido. A decisão destaca os limites da atuação da Justiça nacional em litígios internacionais.

    Limites da jurisdição e o artigo 21 do CPC

    O autor da ação argumentou que a comercialização das edições do jogo (lançadas entre 2014 e 2022) no Brasil e a existência de representantes das empresas no país seriam suficientes para atrair a competência da Justiça brasileira. O processo havia sido extinto em primeira instância, com sentença mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

    Ao analisar o recurso, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, explicou que o artigo 21 do Código de Processo Civil (CPC) prevê hipóteses de concorrência entre jurisdições. A lei permite o ajuizamento no Brasil quando o réu é domiciliado no país, quando a obrigação deve ser cumprida em território nacional ou quando a ação se fundamenta em fato ocorrido no Brasil.

    Contudo, a ministra ressaltou que a aplicação dessas regras exige a observância dos princípios da proximidade e do interesse estatal. Para o STJ, a simples venda dos jogos eletrônicos no varejo nacional por terceiros distribuidores não constitui um vínculo efetivo o bastante para justificar o processamento da demanda no Brasil.

    A teoria do forum non conveniens

    Um ponto central da decisão foi a aplicação da teoria do forum non conveniens. Segundo esse princípio, o Judiciário pode recusar o julgamento de uma demanda quando existir outra jurisdição internacional concorrente que seja mais adequada para atender aos interesses das partes e garantir a efetividade da decisão.

    A ministra concluiu que a escolha do foro brasileiro pelo ex-atleta foi abusiva, uma vez que o Estado brasileiro não possui vínculo com os sujeitos envolvidos, nem com a controvérsia, e não tem interesse no processamento do litígio. Dessa forma, as instâncias inferiores agiram corretamente ao reconhecer a abusividade de ofício.

    Distinção em relação ao Tema Repetitivo 1.289

    O ex-jogador também tentou enquadrar seu caso no Tema Repetitivo 1.289 do STJ, que trata de indenizações por dano moral decorrentes do uso indevido de imagens de jogadores em videogames. No entanto, o tribunal esclareceu que o Tema 1.289 discute apenas a competência interna, ou seja, o conflito de competência entre o local de residência do autor no Brasil e a sede da empresa processada.

    No caso em questão, a discussão não era sobre qual juízo brasileiro deveria julgar a causa, mas sim sobre os limites da atividade jurisdicional do Brasil perante empresas e cidadãos estrangeiros sem laços diretos com o país.

    Implicações práticas para empresas estrangeiras

    A decisão do STJ reforça a segurança jurídica para empresas globais de tecnologia, mídia e entretenimento cujos produtos chegam ao Brasil por meio de cadeias de distribuição de terceiros. O entendimento consolida que a mera presença de produtos no mercado consumidor brasileiro não submete automaticamente as desenvolvedoras estrangeiras à jurisdição nacional em litígios que não possuam conexão real com o país.

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  • 巴西高等法院裁定对涉及肖像权的跨国诉讼无管辖权

    巴西高等法院裁定对涉及肖像权的跨国诉讼无管辖权

    巴西高等司法法院(STJ,巴西负责非宪法性联邦法律审判的最高法院)第三审判庭近期裁定,巴西司法机关对涉及电子游戏《FIFA足球》(Fifa Soccer)疑似未经授权使用阿根廷前足球运动员肖像权的索赔诉讼不享有管辖权。

    该案在特别上诉(REsp)第2.246.810号中审理,涉及一名常住布宜诺斯艾利斯且从未效力于巴西足球俱乐部的运动员,其针对设立在荷兰和英国的游戏开发公司提起诉讼。该裁定明确了巴西司法管辖权在跨国争议中的行使边界。

    管辖权边界与民事诉讼法典第21条

    原告主张,涉案游戏各版本(于2014年至2022年间发行)在巴西商业销售,且涉案公司在巴西设有代表机构,这两点足以确立巴西法院的管辖权。该案此前在一审中被驳回,圣保罗州法院(TJSP)在二审中维持了原判。

    主审法官南希·安德里吉(Nancy Andrighi)在审理上诉时指出,《巴西民事诉讼法典》(CPC)第21条规定了竞合管辖的情形。该法规定,当被告在巴西拥有住所、义务须在巴西履行或诉讼基于发生在巴西的事实时,允许在巴西提起诉讼。

    然而,法官强调,适用上述规则必须遵循紧密联系原则和国家利益原则。STJ认为,第三方分销商在巴西零售市场单纯销售电子游戏的行为,并不构成足以支持在巴西审理该诉讼的实质性连接点。

    不方便法院原则

    该裁决的核心要点之一在于适用了“不方便法院原则”(forum non conveniens)。根据该原则,当存在更适合满足当事人利益并确保判决有效性的其他平行外国管辖地时,法院可以拒绝行使管辖权。

    法官认定,该前运动员选择巴西作为管辖法院属于滥用诉权行为,因为巴西与涉案当事人及争议本身均无实质联系,亦无处理该纠纷的国家利益。因此,下级法院依职权认定滥用诉权并驳回起诉的做法是正确的。

    与第1289号重复性案例的区别

    该前运动员还试图援引STJ第1289号重复性案例(Tema Repetitivo 1.289),该案例涉及在电子游戏中不当使用球员肖像引发的精神损害赔偿。然而,法院明确指出,第1289号案例仅涉及国内管辖权划分,即原告在巴西的居住地与被诉公司总部所在地之间的巴西本土法院管辖争议。

    在本案中,争议的关键不在于应当由哪个巴西法院审理,而在于巴西司法管辖权针对与巴西没有任何直接联系的外国企业和外国公民时的有效行使边界。

    对外国企业的实践启示

    STJ的这项裁定为全球科技、媒体和娱乐企业增强了法律确定性,这些企业的产品通常通过第三方分销网络进入巴西市场。该判例确立了明确共识:产品单纯进入巴西消费市场,并不会导致外国开发商自动受制于巴西司法管辖,特别是对于与巴西无实际关联的争议。

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  • US Judge Cites Brazilian Precedent on AI Manipulation

    US Judge Cites Brazilian Precedent on AI Manipulation

    The development and application of artificial intelligence (AI) systems have created legal challenges that cross borders. Recently, a US judge cited a Brazilian case as a reference in a decision penalizing the use of hidden prompts intended to manipulate AI platforms.

    The use of hidden prompts in artificial intelligence

    In technological contexts, a hidden prompt refers to instructions embedded non-transparently into a system to bypass security rules, alter outputs, or improperly steer AI behavior.

    The US court ruling penalizing this practice reflects a strict stance against attempts to defraud or compromise algorithmic integrity. The fact that the reasoning drew upon a Brazilian precedent demonstrates that courts are monitoring legal responses from other jurisdictions facing similar technological issues.

    Cross-border legal dialogue and global governance

    A US judge citing a Brazilian case illustrates the emergence of a global legal framework around artificial intelligence. Because digital technology is not confined by physical borders, legal solutions are increasingly shared and adapted across jurisdictions.

    For companies, developers, and investors in the technology sector, this development underscores the importance of maintaining robust governance and compliance programs. Practices aimed at manipulating AI systems—even covertly—face scrutiny and legal sanctions worldwide.

    Practical considerations for businesses

    Organizations that develop or integrate AI tools into their operations should prioritize transparency and information security. Establishing clear guidelines on the appropriate use of these technologies mitigates legal risks and protects corporate reputation in an increasingly interconnected regulatory landscape.

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  • Juiz dos EUA cita caso brasileiro sobre manipulação de IA

    Juiz dos EUA cita caso brasileiro sobre manipulação de IA

    O desenvolvimento e a aplicação de sistemas de inteligência artificial (IA) têm gerado desafios jurídicos que ultrapassam fronteiras. Recentemente, um juiz dos Estados Unidos citou um caso brasileiro como referência ao proferir uma decisão que puniu o uso de comandos ocultos com o objetivo de manipular plataformas de IA.

    O uso de comandos ocultos em inteligência artificial

    No contexto da tecnologia, um comando oculto refere-se a instruções inseridas de forma não transparente em um sistema, com o propósito de contornar regras de segurança, alterar resultados ou direcionar o comportamento da inteligência artificial de maneira indevida.

    A decisão da justiça norte-americana de punir essa prática evidencia uma postura rigorosa contra tentativas de fraudar ou corromper a integridade dos algoritmos. O fato de a fundamentação ter recorrido a um precedente do Brasil demonstra que os tribunais estão atentos às respostas jurídicas dadas por outras jurisdições diante de problemas tecnológicos semelhantes.

    Intercâmbio jurídico e governança global

    A citação de um caso brasileiro por um magistrado dos Estados Unidos ilustra a formação de um arcabouço jurídico global em torno da inteligência artificial. Como a tecnologia digital não se limita a fronteiras físicas, as soluções legais também tendem a ser compartilhadas e adaptadas internacionalmente.

    Para empresas, desenvolvedores e investidores que atuam no setor de tecnologia, esse cenário reforça a importância de manter programas de governança e conformidade robustos. Práticas que tentem manipular sistemas de IA, mesmo que de forma velada, estão sujeitas a escrutínio e sanções judiciais em diferentes partes do mundo.

    Considerações práticas para o mercado

    Organizações que desenvolvem ou integram ferramentas de inteligência artificial em suas operações devem priorizar a transparência e a segurança da informação. A adoção de diretrizes claras sobre o uso adequado dessas tecnologias mitiga riscos legais e protege a reputação corporativa em um ambiente regulatório cada vez mais interconectado.

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  • 美国法官在涉及操纵人工智能案件中援引巴西判例

    美国法官在涉及操纵人工智能案件中援引巴西判例

    人工智能(AI)系统的研发与应用正带来跨越国界的法律挑战。近期,一名美国法官在就一起利用隐藏指令操纵AI平台的案件作出处罚判决时,援引了巴西的一起先例作为参考依据。

    人工智能中的隐藏指令问题

    在技术领域,隐藏指令是指以非透明方式输入系统的信息,旨在规避安全规则、篡改运行结果或不当引导人工智能的输出行为。

    美国法院对该行为施加处罚的裁决,表明了司法层面对试图欺骗或破坏算法完整性行为的严格立场。判决理由中援引巴西的司法先例,说明面对相似的技术难题,各国法院正在关注并借鉴其他法域的法律应对方案。

    司法交流与全球治理

    美国法官引用巴西判例,体现了围绕人工智能的全球性法律框架正在逐步形成。由于数字技术不受物理边界限制,相应的法律解决方案也呈现出在国际范围内被共享与适用的趋势。

    对于科技领域的企业、开发者和投资者而言,这一趋势进一步凸显了建立健全治理与合规体系的重要性。任何试图操纵AI系统的做法,即便手段隐蔽,在全球不同地区都将面临严格的司法审查和制裁。

    对商业市场的实践启示

    在业务运营中开发或应用人工智能工具的机构,应高度重视透明度与信息安全。针对此类技术的合规使用制定明确指引,有助于在日益互联的监管环境中降低法律风险,并维护企业声誉。

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